Para os alunos de 6ème, na disciplina de História, aqui poderão encontrar a tabela das eras históricas.
Copiar para o caderno...
A lusofonia é um continente imaterial disperso pelos vários continentes - Eduardo Lourenço
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
É tempo de provérbios... #1 Meter a mão no fogo
Sustentar uma ideia com uma certeza indubitável. A expressão é frequentemente utilizada quando pretendemos defender a opinião, a posição de outra pessoa; dizemos, então, que por ela metemos a mão no fogo.
A origem da expressão leva-nos até à Idade Média e aos famosos ordálios ou juízos de Deus. Estes julgamentos de carácter religioso consistiam em submeter os réus a uma prova cujo desfecho considerava-se estar nas mãos de Deus. Existiam dois tipos de ordálios: os bilaterais, opondo duas pessoas, e os unilaterais, em que o arguido se encontra só perante a decisão divina. Entre os bilaterais, existia o ordálio da cruz em que dois réus são amarrados a uma coluna com os membros superiores livres. Ambos deviam colocar os braços em cruz; o primeiro a baixá-los era considerado culpado. Daí a expressão “baixar os braços” quando alguém desiste de algo. Entre os unilaterais, a prova pelo ferro incandescente (ferrum candens) era das mais frequentes. A prova consistia em segurar um ferro aquecido ao rubro num percurso de nove passos. As mãos eram ligadas com estopa e colocadas num saco em pele selado com cera. Três dias depois o selo era desfeito e as mãos examinadas. Se as queimaduras tivessem cicatrizado então o réu era ilibado. Pelo contrário, uma má cicatrização era sinal da reprovação de Deus: o arguido era considerado culpado e, por conseguinte, condenado a uma pena proporcional ao estado das suas chagas.
Outros tempos, em que o lugar do divino não dava margem à justiça secular, em que não se concebia que Deus, omnipotente e omnisciente, pudesse fazer sofrer um inocente…
A origem da expressão leva-nos até à Idade Média e aos famosos ordálios ou juízos de Deus. Estes julgamentos de carácter religioso consistiam em submeter os réus a uma prova cujo desfecho considerava-se estar nas mãos de Deus. Existiam dois tipos de ordálios: os bilaterais, opondo duas pessoas, e os unilaterais, em que o arguido se encontra só perante a decisão divina. Entre os bilaterais, existia o ordálio da cruz em que dois réus são amarrados a uma coluna com os membros superiores livres. Ambos deviam colocar os braços em cruz; o primeiro a baixá-los era considerado culpado. Daí a expressão “baixar os braços” quando alguém desiste de algo. Entre os unilaterais, a prova pelo ferro incandescente (ferrum candens) era das mais frequentes. A prova consistia em segurar um ferro aquecido ao rubro num percurso de nove passos. As mãos eram ligadas com estopa e colocadas num saco em pele selado com cera. Três dias depois o selo era desfeito e as mãos examinadas. Se as queimaduras tivessem cicatrizado então o réu era ilibado. Pelo contrário, uma má cicatrização era sinal da reprovação de Deus: o arguido era considerado culpado e, por conseguinte, condenado a uma pena proporcional ao estado das suas chagas.
Outros tempos, em que o lugar do divino não dava margem à justiça secular, em que não se concebia que Deus, omnipotente e omnisciente, pudesse fazer sofrer um inocente…
Domenico GHIRLANDAIO, A prova do fogo
(fresco da Capela Sassetti, séc. XV, Igreja da Santa Trindade, Florença, Itália)
terça-feira, 22 de julho de 2014
OIB 2014
Aos novos bacheréis, ou melhor dizendo bacheliers, os nossos parabéns e votos de sucesso para as próximas etapas das suas vidas.
Como dizia a canção, o que deixamos «tem mais encanto na hora da despedida»...
Mas não se esqueçam, fazem para sempre parte da grande família da secção portuguesa!
Bem-hajam!
Com a participação muito especial da prof. Conceição Escórcio que, nos mais tenros anos, muito contribui para o crescimento e o sucesso destes jovens adultos...
Mas não se esqueçam, fazem para sempre parte da grande família da secção portuguesa!
Bem-hajam!
De pequenino se torce o pepino!
Algumas atividades desenvolvidas durante o ano pela prof. Anabela Custódio com os alunos do jardim-escola. À volta da reciclagem...
Recursos necessários:
· rolhas de cortiça de champanhe /vinho espumante
· tampas pretas
· cartolina
· papel chiffon rosa
· guache branco/ rosa
· cola
· caneta de feltro preta/vermelha
Desenvolvimento:
1. Pintam-se as rolhas de rosa para dar a ideia de uma cara.
2. Depois da secagem pintam-se os olhos e a boca com canetas de feltro.
3. Fazem-se pequenas bolas com o papel chiffon.
4. Colam-se as bolas nas tampas para formar o chapéu.
5. Arma-se o boneco com as rolhas e as tampas.
6. Colam-se em quadrados de cartolina.
BONECOS
Recursos necessários:
· rolhas de cortiça de champanhe /vinho espumante
· tampas pretas
· cartolina
· papel chiffon rosa
· guache branco/ rosa
· cola
· caneta de feltro preta/vermelha
Desenvolvimento:
1. Pintam-se as rolhas de rosa para dar a ideia de uma cara.
2. Depois da secagem pintam-se os olhos e a boca com canetas de feltro.
3. Fazem-se pequenas bolas com o papel chiffon.
4. Colam-se as bolas nas tampas para formar o chapéu.
5. Arma-se o boneco com as rolhas e as tampas.
6. Colam-se em quadrados de cartolina.
JOANINHAS
Recursos necessários:
· cartolina vermelha
· cola
· cartolina vermelha
· cola
· tesouras
· caneta de feltro preta
Desenvolvimento:
Dobra-se duas vezes o quadrado ao meio de forma a obter quatro triângulos vincados.
A seguir dobram-se para dentro dois dos lados do quadrado de forma a obter dois triângulos em fole.
Com uma tesoura arredonda–se a dobragem.
Pintam- se bolas pretas e a boca no corpo da joaninha
Fazem-se antenas com a cartolina preta e colam-se.
E está pronta a nossa joaninha!
· caneta de feltro preta
Desenvolvimento:
Dobra-se duas vezes o quadrado ao meio de forma a obter quatro triângulos vincados.
A seguir dobram-se para dentro dois dos lados do quadrado de forma a obter dois triângulos em fole.
Com uma tesoura arredonda–se a dobragem.
Pintam- se bolas pretas e a boca no corpo da joaninha
Fazem-se antenas com a cartolina preta e colam-se.
E está pronta a nossa joaninha!
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Torneio das Estrelas
Vitória da equipa luso-italiana no torneio de futebol inter-secções do Lycée International.
Na final, a nossa equipa venceu a secção americana por 5-2! Parabéns aos nossos valentes jogadores e dirigentes!
sexta-feira, 16 de maio de 2014
Teatro "A Menina do Mar" no PMC
Representação do conto de Sophia de Mello Breyner, A Menina do Mar, pelos alunos da Oficina de Teatro do Collège Pierre et Marie Curie.
Adaptação, coordenação e encenação da Prof. Helena Cortinhas.
Distribuição:
A menina do mar - Bárbara Carvalho
O rapaz - Eva Rocha
O caranguejo - Maëva Silva
O polvo - Toni Cunha
O peixe - Camille Nunes
A raia - Mathilde Xavier
A gaivota - Anne Sophie Silva
O golfinho - Clara Marques
O rei do mar - Johana Amorim
Os búzios - Francisco Carvalho, Jade Bourzeix
O narrador - Beatriz Rodrigues
Adaptação, coordenação e encenação da Prof. Helena Cortinhas.
Distribuição:
A menina do mar - Bárbara Carvalho
O rapaz - Eva Rocha
O caranguejo - Maëva Silva
O polvo - Toni Cunha
O peixe - Camille Nunes
A raia - Mathilde Xavier
A gaivota - Anne Sophie Silva
O golfinho - Clara Marques
O rei do mar - Johana Amorim
Os búzios - Francisco Carvalho, Jade Bourzeix
O narrador - Beatriz Rodrigues
quinta-feira, 1 de maio de 2014
sexta-feira, 25 de abril de 2014
Abril em prosa...
Ary dos Santos - As portas que Abril abriu (clic)
![]() |
| Maria Helena Vieira da Silva, A poesia está na rua, 1974 |
Abril em notas soltas...
Chico Buarque - Fado Tropical
Georges Moustaki - Portugal
José Afonso - Canção da Paciência
Secção de Fado da Associaçao Académica de Coimbra - Trova do Vento Que Passa
Entre Aspas - Traz Outro Amigo Tambérm
Sitados - A Formiga no Carreiro
Xutos e Pontapés - Coro dos Tribunais
e muitos mais...
Abril na France Culture...
O programa "La fabrique de l'Histoire" da emissora de rádio France Culture, dedicado a Portugal. Um excelente retrato do país na segunda metade do século XX, com o 25 de abril em pano de fundo.
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Parte 1
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